Especialista ensina estratégias para lidar com o estresse e a pressão no trabalho

Por: Sidney Araujo

Foto Destaque: Pixabay

Se você é uma das pessoas que não ganhou na Mega-Sena da Virada e teve que voltar ao trabalho, muitas vezes estressante, é bom conferir essas dicas. Brincadeiras à parte, no mundo acelerado de hoje, o estresse e a pressão no ambiente de trabalho tornaram-se desafios significativos para profissionais de todas as áreas.

Um estudo da Atticus, empresa americana de advocacia, que apoia pessoas a buscar ajuda do governo e de seguros, as maiores lesões no local de trabalho (52%) estão relacionadas ao estresse e à ansiedade. Os problemas de saúde mental, segundo esse estudo, são dez vezes mais comuns em relação ao trabalho do que à exposição a produtos químicos, e 8,6 vezes mais comuns do que lesões na cabeça.

Apesar das dificuldades, a advogada Adriana Belintani, especialista em saúde mental, diz que, mesmo com os problemas, a vida é para ser vivida de forma leve.

“Para enfrentar os desafios, temos que nos priorizar, não esquecer do lazer, ter horas de descanso, não deixar de fazer o que se gosta e valorizar nossos hobbies”, aconselha a profissional.

A especialista afirma que as cobranças, em qualquer tipo de trabalho, são normais e até necessárias, para que possamos crescer pessoal e profissionalmente. O perigo, segundo ela, é quando o ambiente de trabalho se torna competitivo demais.

“O ideal é que possamos identificar quando a competição está sendo estimulada de alguma forma, mesmo pela liderança, para que seja produzido um maior resultado. Identificar esse ambiente e dialogar com a liderança é fundamental para que haja um ambiente de trabalho sadio. Aliás, é um dever legal da empresa manter um ambiente sadio para o trabalhador”, alerta Belintani.

Outra dica importante é saber o limite das cobranças. De acordo com a advogada, metas realistas promovem um senso de realização e motivam os funcionários a alcançarem seus objetivos de maneira sustentável. Por outro lado, metas inalcançáveis e que nunca serão entregues são adoecedoras.

“O limite é quando as cobranças começam a afetar a execução do trabalho. Quando elas se tornam excessivas, a ponto de impactar na tranquilidade, no sono e na saúde mental do trabalhador”, finaliza.

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