Proprietário de laticínio se faz de inocente após orquestrar assassinato de empresário, diz delegado

Por: Redação/PD

Foto: Arquivo pessoal/Reprodução/Câmeras de Segurança

O crime que chocou Goiânia revela uma trama diabólica envolvendo o empresário Edgar Primo, de 30 anos, e o atirador Henrique Pacheco de Almeida, de 23. O delegado João Paulo Mendes detalhou que, após mandar matar o empresário Bruno Bailão Lobo, de 40 anos, Edgar fingiu tentar impedir a fuga de Henrique e até pediu socorro à polícia.

No entanto, segundo a investigação, essa atitude era apenas uma fachada. Edgar permaneceu no local do crime, acompanhando o trabalho da polícia, enquanto tentava desviar as suspeitas para outras pessoas, numa tentativa desesperada de encobrir sua participação no assassinato brutal.

As imagens das câmeras de segurança são perturbadoras: Bruno sendo surpreendido pelo atirador e recebendo 11 tiros em frente à sua casa no Residencial Junqueira. A vítima, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

A motivação para o crime foi uma dívida de R$ 250 mil que Edgar tinha com Bruno, segundo informações da Polícia Civil. Decidido a eliminar a vítima, Edgar e Henrique planejaram friamente o assassinato. Surpreendentemente, esta não foi a primeira tentativa. Conforme a investigação, em duas ocasiões anteriores, eles tentaram matar Bruno sem sucesso.

A relação entre o mandante e o atirador é ainda mais perturbadora. A polícia revelou que Edgar e Henrique se conhecem há 15 anos e que o atirador exigiu o pagamento de R$ 15 mil para executar o crime.

Os registros criminais de Edgar revelam um histórico sombrio, com passagens por violência doméstica, ameaça, lesão corporal, posse ilegal de arma de fogo e receptação. Em contrapartida, Henrique não possui antecedentes criminais. As armas utilizadas no crime foram apreendidas pela polícia.

“O Edgar remetia os cheques para o Bruno que pegava esses cheques e levava para alguns indivíduos descontarem mediante ao pagamento de juros. O Edgar havia passado R$ 250 mil em cheques para serem descontados e essa foi a motivação do crime. Ele mandou o Bruno descontar e não conseguiu quitar”, explicou o delegado.

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