Equipes do Aterro de Goiânia controlam com rapidez fogo que começou em chácara e atingiu o local

Mesmo com fogo iniciado fora da área, estrutura do aterro impediu danos e manteve operação estável

A rápida intervenção da equipe técnica da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), durante o incêndio registrado na manhã deste domingo (3/8), em uma área vizinha ao Aterro Sanitário de Goiânia, reforça a importância de um monitoramento contínuo no local. Mesmo sem ter origem dentro do aterro, as chamas chegaram a atingir uma parte da vegetação periférica, já inativa da área. A operação contou com um trabalho em conjunto entre a equipe da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra) e Corpo de Bombeiros Militar de Goiás.

No aterro, existem encarregados que se revezam 24h por dia em rondas para verificar tudo o que ocorre dentro dos seus 500.000m², comunicar qualquer incidente e realizar as intervenções necessárias. No caso do incêndio, as chamas foram identificadas ainda nos primeiros minutos e combatidas antes que alcançasse qualquer estrutura operacional. O boletim de ocorrência foi registrado e a causa do incêndio segue sob investigação.

A presença constante de técnicos no aterro permite que a equipe sempre tenha respostas emergenciais, trabalhando ainda com um planejamento preventivo, avaliação de riscos e limpeza periódica das áreas ao redor dos maciços. O episódio deste domingo aconteceu justamente em uma área que já passava por esse processo de limpeza, o que contribuiu para evitar danos. Além do combate direto, as ações de resfriamento com caminhões-pipa e vigilância continuaram durante todo o dia. O Corpo de Bombeiros também atuou de forma integrada, coordenando as estratégias de contenção e perícia do local.

De acordo com a gerente de operações da Comurg, Gabriela Maria Barbosa, não houve risco de prejuízo ambiental. “O fogo atingiu uma parte da vegetação ao lado de um maciço inativo, onde não há operação em andamento. Essa área já havia recebido cobertura com uma camada de terra de aproximadamente um metro, o que funciona como uma barreira natural. Isso impediu que o calor atingisse qualquer resíduo aterrado e garantiu a segurança da estrutura”, explica.

Gabriela destaca que o episódio, ainda que controlado, reforça a importância de seguir os procedimentos internos de emergência. Mesmo com a resposta bem-sucedida, toda essa situação nos leva a reavaliar possíveis rotas de risco, para fortalecer os protocolos de segurança. Nosso objetivo é sempre estar um passo à frente dos imprevistos. Seguir nosso plano permitiu transformar um risco real em uma ocorrência controlada, sem impactos para a cidade”, afirma. O aterro segue operando normalmente, sem qualquer prejuízo à sua estrutura.


Por: Redação
Foto: Comurg

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