Ministra Cármen Lúcia nega voto impresso e defende sistema eletrônico

Presidente do TSE disse que jamais houve plano para substituir urnas no país

Durante o julgamento sobre a tentativa de golpe de 2022, a ministra Cármen Lúcia, presidente do TSE e integrante do STF, afirmou que o tribunal nunca cogitou adotar o voto impresso. A fala foi uma resposta a um advogado que, em defesa de um réu, sugeriu que a proposta teria partido da Corte Eleitoral.

Com tom firme, Cármen Lúcia ressaltou que o sistema eletrônico de votação é seguro e transparente, sendo reconhecido internacionalmente por sua eficiência. A ministra destacou ainda que o debate sobre voto impresso ocorreu apenas no Congresso Nacional, e foi barrado pelo Supremo por inconstitucionalidade.

Ela alertou para o risco das fake news e do uso indevido da liberdade de expressão, enfatizando que atacar o sistema eleitoral significa fragilizar a democracia. O julgamento segue no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pede a condenação de todos os réus envolvidos por disseminar desinformação e fomentar atos antidemocráticos no país.


Por: Genivaldo Coimbra
Foto: CNN Brasil

 

 

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