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Delegado de SC reage a críticas no caso do cão Orelha e mira ataques à esquerda

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Ulisses Gabriel classifica questionamentos como “hipocrisia momentânea” e afirma que investigação segue critérios técnicos e imparciais

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) e pré-candidato à Assembleia Legislativa do estado, Ulisses Gabriel, reagiu publicamente às críticas direcionadas à condução das investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, ocorrida no início de janeiro, em Florianópolis. Em publicações nas redes sociais, o delegado direcionou ataques à esquerda e classificou os questionamentos como uma “hipocrisia de momento”.

O caso ganhou ampla repercussão nacional após Orelha, um cachorro de cerca de 10 anos cuidado por moradores da Praia Brava, ser encontrado gravemente ferido. O animal chegou a receber atendimento veterinário, mas precisou ser submetido à eutanásia no dia seguinte em razão da gravidade das lesões. A denúncia formal foi registrada dias depois, dando início às apurações policiais.

Atualmente, três adolescentes são investigados por possível envolvimento no episódio. Dois deles tiveram os celulares apreendidos ao retornarem de uma viagem de formatura aos Estados Unidos, enquanto um terceiro deixou de ser considerado suspeito após apresentar provas de que não estava no local do crime. Até o momento, a Polícia Civil afirma não haver indícios de que a agressão tenha sido motivada por desafios disseminados em redes sociais.

Diante da pressão popular e de manifestações cobrando punição aos responsáveis, Ulisses Gabriel passou a responder críticas diretamente em plataformas digitais. Em uma das interações, compartilhou mensagens ofensivas de internautas e rebateu citando indicadores de segurança pública, afirmando que Santa Catarina possui os menores índices de homicídios do país e alta taxa de resolução de crimes violentos.

Em uma publicação no X (antigo Twitter), o delegado afirmou que esperava “paz e amor” por parte da esquerda, mas disse ter encontrado ataques direcionados à polícia. Segundo ele, as críticas estariam associadas ao fato de Santa Catarina ser um estado de perfil conservador, apesar de o caso ter mobilizado pessoas de diferentes espectros políticos em defesa da punição dos responsáveis.

A postura do delegado dividiu opiniões nas redes sociais e reacendeu o debate sobre politização de investigações criminais, imparcialidade institucional e a condução de casos sensíveis envolvendo crimes contra animais.


Por: Genivaldo Coimbra

 

 

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