O vice-presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, comentou recentemente sobre as preocupações dos clubes que disputarão a Série B do Campeonato Brasileiro em 2026, destacando um cenário de incertezas e desafios financeiros que podem afetar a disputa nacional.
Em entrevista, o dirigente apontou que ainda não há uma definição clara por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobre a manutenção de custos que historicamente vinham sendo arcados pela entidade, como despesas com logística (viagens e hospedagens), taxas de arbitragem e exames antidoping. Sem essa previsão, segundo ele, a situação pode se tornar “terrível” para as equipes participantes.
“Os clubes precisam entender como será feita a divisão desses custos, porque sem uma posição oficial da CBF isso cria um **cenário alarmante para a competição”, afirmou Hugo Bravo. Ele mencionou ainda que existe a possibilidade de redução da cota de participação em comparação ao ano passado, o que poderia agravar ainda mais a capacidade financeira dos clubes.
O dirigente explicou que o assunto será discutido em breve no congresso técnico da Série B, onde se espera que a entidade esclareça definitivamente qual será o modelo de apoio financeiro ao longo da temporada. Apesar das incertezas, Bravo disse confiar na atual gestão da CBF para buscar uma saída que permita a continuidade e equilíbrio da competição.
A fala reflete um clima de apreensão nos bastidores da segunda divisão nacional do futebol, onde os clubes já se preparam para o início dos jogos e buscam segurança para organizar suas estruturas e calendários sob um novo modelo de gestão de custos.
Por: Bruno José