Ausência do prefeito marca retomada dos trabalhos legislativos e amplia cobranças no plenário
A abertura oficial dos trabalhos da Câmara Municipal de Goiânia em 2026 foi marcada por um detalhe que não passou despercebido: a ausência do prefeito Sandro Mabel (União Brasil).
Tradicionalmente simbólica, a primeira sessão do ano costuma reunir autoridades dos dois Poderes e serve como termômetro político para os próximos meses. Sem a presença do chefe do Executivo, vereadores ocuparam a tribuna para reforçar cobranças e destacar desafios que devem pautar o novo ano legislativo.
Cobranças e clima político
Parlamentares da oposição criticaram a ausência e cobraram maior diálogo entre Prefeitura e Legislativo. Já integrantes da base defenderam a gestão e afirmaram que os projetos prioritários do Executivo devem começar a tramitar nas próximas semanas.
Nos bastidores, a avaliação é de que 2026 será um ano de debates intensos, principalmente em temas ligados a orçamento, mobilidade urbana e serviços públicos. A relação entre Executivo e Legislativo, que já enfrentou momentos de tensão no ano passado, deve continuar no centro das atenções.
Expectativas para 2026
A retomada das sessões também marcou o início de articulações políticas internas, com definição de prioridades e reorganização de comissões permanentes.
Mesmo sem discurso do prefeito na abertura, vereadores sinalizaram que aguardam o envio das primeiras propostas do Executivo para dar início às discussões formais. A expectativa é que as próximas semanas sejam decisivas para medir o nível de alinhamento entre a Prefeitura e a Câmara.
Por: Juliana Braz