A chamada geração Z, formada por jovens que já ingressaram no mercado de trabalho, enfrenta atualmente dificuldades para arcar com custos básicos, como aluguel e moradia. No Brasil, dados do IBGE mostram que uma parcela significativa da população vive em imóveis alugados, com muitos comprometendo grande parte da renda mensal apenas com habitação.
Esse cenário limita a capacidade de poupança e dificulta o planejamento financeiro, especialmente entre os mais jovens. Ainda assim, projeções indicam uma mudança significativa no horizonte econômico dessa geração.
Relatório do Bank of America aponta que a geração Z pode se tornar a mais rica da história nas próximas décadas. A renda global do grupo, estimada atualmente em cerca de US$ 9 trilhões, pode saltar para US$ 36 trilhões até 2030 e atingir US$ 74 trilhões por volta de 2040.
Esse crescimento está ligado ao tamanho da população e à entrada gradual no mercado de trabalho, ampliando a renda total. Outro fator relevante é a chamada transferência de riqueza, com trilhões de dólares sendo repassados por heranças, especialmente em países como os Estados Unidos.
Além disso, a geração Z tende a impactar diretamente o consumo e os mercados, com comportamento mais digital, conectado e voltado a novas tendências.
Mesmo diante das dificuldades atuais, especialistas avaliam que o grupo deve assumir protagonismo econômico global nos próximos anos.
Por: Lucas Reis