China pressiona Irã a considerar acordo de cessar-fogo com os Estados Unidos, aponta agência.

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“Associated Press” afirma que Pequim utilizou sua influência como maior parceira comercial do Irã para acelerar negociação de paz

A China incentivou o Irã a aceitar o cessar-fogo temporário com os Estados Unidos e a reabrir o estreito de Ormuz para o comércio mundial. A informação é da agência de notícias norte-americana Associated Press, que menciona duas fontes anônimas com conhecimento sobre a negociação.

Segundo a agência, autoridades chinesas estavam em contato com o governo persa para que o Irã encontrasse uma forma de avançar em um acordo de paz. Como principal parceira comercial do Irã e dos países do Oriente Médio, a estabilidade na região é um dos maiores interesses chineses. A trégua foi alcançada na 3ª feira (7.abr.2026), com um prazo inicial de duas semanas.

Desde o início da guerra entre os EUA e o Irã, em 28 de fevereiro, a diplomacia chinesa tem sido uma das mais enérgicas para encontrar uma solução para o conflito. Além de manter uma proximidade com o Irã, a China também articulou propostas de paz com outros países, tanto do Oriente Médio quanto da Europa.

Na 3ª feira (7.abr), a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, compartilhou em seu perfil no Instagram uma lista de ligações telefônicas realizadas pelo chanceler Wang Yi para tratar do cessar-fogo na região.

NEGOCIAÇÃO POR ORMUZ

A trégua entre EUA e Irã foi comunicada na 3ª feira (7.abr) pelo presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), em seu perfil na rede social Truth Social. O anúncio foi feito a menos de duas horas do prazo do ultimato imposto ao Irã.

Segundo Trump, a decisão foi tomada depois de conversas com o Paquistão. A medida estaria condicionada à abertura completa, imediata e segura do estreito de Ormuz.

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, confirmou a trégua momentânea em seu perfil no X e disse que o estreito estará aberto para passagem segura por duas semanas, desde que sob mediação militar do país.

Também faz parte do acordo o início de negociações para um término definitivo do conflito. O Irã iniciará negociações com representantes norte-americanos em Islamabad, capital do Paquistão, durante as duas semanas de trégua.





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