Entre solos, entre diálogos travados pelos intérpretes com informalidade fora de sintonia com o repertório e entre oportunas récitas de letras de músicas como os sambas-canção “Nunca” (Lupicínio Rodrigues, 1952), “Quando tu passas por mim” (Antonio Maria e Vinicius de Moraes, 1953) e “Castigo” (Dolores Duran, 1958), o roteiro abriu espaço para os duetos como “Miss Suéter” (João Bosco e Aldir Blanc, 1976) e “Tango pra Tereza” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia, 1975), dois pontos altos do show pelo entrosamento entre os intérpretes.