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Uma entrevista do enviado especial de Donald Trump para assuntos globais se tornou o centro de uma intensa polêmica. Em conversa com à rede Italiana RAI, Paolo Zampolli preferiu ataques diretos e ofensas graves contra as mulheres brasileiras.
O representante do governo norte-americano, que foi casado por 20 anos com a brasileira Amanda Ungaro, afirmou que as mulheres do Brasil são “programadas para causar confusão” e usou termos como “raça maldita”. O conselheiro tentou justificar seu preconceito citando o hábito de assistir novelas e alegando uma suposta “questão genética”.
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‘É uma dessas putas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais. Aquela vaca, estávamos juntos, trepava com ela, depois ela também ficou louca’, disparou.
A fala de Paolo acabou sendo muito criticada no Brasil e por veículo internacionais. Além disso, a situação ganha um contorno mais grave por conta do histórico. Amanda foi deportada dos EUA em 2025 após denúncias de fraude, enquanto acusa Zampolli de abuso sexual e violência doméstica. O conselheiro nega envolvimento na deportação, mas as ofensas na TV italiana reforçam o clima de hostilidade.