Moro e Flávio se encontram em vídeo inédito do PL, marcando sua primeira aparição conjunta.

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Ex-juiz da Lava Jato lidera a corrida ao governo do Paraná; filho de Bolsonaro é pré-candidato ao Planalto

O diretório do Partido Liberal (PL) no Paraná compartilhou na 6ª feira (24.abr.2026) uma propaganda com o pré-candidato da legenda ao Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL), o pré-candidato ao governo do Estado do Paraná, Sérgio Moro (PL), e o pré-candidato ao Senado pelo PL, Filipe Barros.

A peça publicitária marca a 1ª aparição conjunta de Flávio Bolsonaro com o ex-juiz da operação Lava Jato  em um vídeo do partido. Nas imagens, Flávio Bolsonaro afirma que o PL Paraná está em crescimento. Filipe Barros convida o eleitorado a se juntar ao partido. “Escolha o lado certo e o caminho seguro”, disse Barros.

Os 3 políticos aparecem alternadamente no vídeo. Cada um apresenta mensagens direcionadas ao eleitorado paranaense. 

Moro propõe fazer do Paraná uma fortaleza da sigla. Os pré-candidatos apresentam como objetivo a proteção do Paraná e mudanças no Brasil. Eles declaram no material que o grupo não aceita “petistas e bandidos” e que “chega deles”.

Assista ao vídeo (00:41seg):

IDAS E VINDAS DE MORO

O senador Sergio Moro, que fazia parte do União Brasil, se filiou ao PL em 24 de março, 1 mês antes da publicação da propaganda. A troca de partido se deu depois de entraves com o PP no estado em relação ao apoio à sua candidatura.

Moro foi escolhido em 2018 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) para ser ministro da Justiça do novo governo. O então juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba vivia o auge da sua popularidade com a operação Lava Jato, que prendeu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outros nomes envolvidos em casos de corrupção.

Depois de diversos desentendimentos entre a administração do governo Bolsonaro e o então ministro da Justiça, Moro pediu demissão do cargo em 24 de abril de 2020. Afirmou pressão de Bolsonaro por mudanças na Polícia Federal e acesso às informações de investigações.

“Essa agenda anticorrupção não teve um impulso por parte do presidente da República para que nós implementássemos”, disse o então ministro na época.

Com sua saída do Ministério da Justiça, Moro passou a ser alvo de aliados de Bolsonaro, que o acusavam de traição. Quando tentou emplacar uma candidatura à Presidência em 2022 —que não se concretizou—, foi chamado de “idiota” por Bolsonaro e de “traidor” pelos filhos do ex-presidente.

Moro apoiou a reeleição de Bolsonaro em 2022, o que apaziguou sua relação com a família e os apoiadores. “Coloquei de lado minhas divergências com Bolsonaro”, disse.

Em outubro daquele ano, Bolsonaro disse que apagava “qualquer divergência que porventura tenha ocorrido” e afirmou que “Sergio Moro foi uma pessoa que realmente mostrou o que era corrupção no Brasil”.





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