Ex-marido da galerista assassinada no Rio será julgado pelo crime em maio de 2026

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Acusação leva empresário a júri popular por assassinato no Rio

O empresário Daniel Sikkema será julgado pelo assassinato do galerista americano Brent Sikkema, seu ex-marido, morto a facadas em janeiro de 2024 no bairro do Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro. Além de Daniel, o cubano Alejandro Triana Prevez também enfrenta julgamento pelo crime, que chocou o meio artístico e social.

Detalhes do crime e qualificadoras

A decisão da 3ª Vara Criminal da Capital determinou que ambos respondam por homicídio qualificado. O crime envolveu motivo torpe e fútil, uso de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Ainda houve agravante por ter sido cometido contra homem acima de 60 anos — Brent tinha 75 anos à época do assassinato. O fato reforça a gravidade do caso perante a Justiça.

Disputa patrimonial no centro do crime

Daniel Sikkema é acusado de ser o mandante do homicídio, tendo contratado Prevez por US$ 200 mil, em meio a uma disputa patrimonial após o término da relação entre os dois. Na madrugada do dia 14 de janeiro de 2024, conforme relato judicial, Prevez usou chaves entregues por Daniel para entrar na casa da vítima, acessou o quarto e desferiu 18 golpes de faca contra Brent.

Roubo agravante da barbárie

Além do assassinato, Prevez também é acusado de furto, tendo levado aproximadamente US$ 40 mil e R$ 30 mil que estavam guardados em uma cômoda no quarto da vítima. Esses valores serviriam para a compra de móveis para um apartamento no Leblon, onde o galerista pretendia morar. A soma roubada adiciona ainda mais gravidade ao crime.

Perfil dos envolvidos e investigação

Prevez já havia trabalhado como segurança do casal em Havana, Cuba. Daniel Sikkema possui cidadania americana e cubana, e, segundo a investigação, financiou todo o planejamento do assassinato, fornecendo informações detalhadas sobre a rotina de Brent. Prevez confessou o crime em depoimento, enquanto Daniel nega envolvimento, afirmou inocência e confiou na Justiça, inclusive em entrevista ao The Wall Street Journal.

Prisão, fiança e expectativa do julgamento

Em março de 2024, Daniel foi preso nos Estados Unidos pelo FBI por risco de fuga, pagando fiança para responder ao processo usando tornozeleira eletrônica. O julgamento será no Tribunal do Júri, com ampla repercussão nas esferas judicial e cultural. A decisão deve trazer desfecho para um caso que abalou famílias, a comunidade artística e a opinião pública.

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