Lula nomeia para Secretaria de Relações Institucionais e busca maior articulação com Congresso

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Presidente destaca experiência política da deputada e espera reforço na interlocução com parlamentares

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) para comandar a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), cargo responsável pelo diálogo entre o Executivo e o Legislativo. A decisão ocorre após a confirmação da transferência de Alexandre Padilha para o Ministério da Saúde, movimento que Lula considera essencial para fortalecer a gestão e a interlocução política.

Nos bastidores, aliados do presidente relatam que ele deseja uma postura mais combativa na relação com o Congresso. A escolha de Gleisi, segundo fontes do Planalto, se deve à sua ampla experiência na construção de alianças, evidenciada durante as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. A parlamentar teve papel-chave na articulação da coligação que levou Lula de volta ao Planalto e na aprovação do nome de Geraldo Alckmin (PSB) como vice-presidente, garantindo 84% dos votos internos no PT.

Em entrevista ao programa Balanço Geral Litoral, da Record, Lula elogiou a competência de Nísia Trindade no Ministério da Saúde e justificou a necessidade da troca para imprimir maior agilidade na condução da pasta. Ao mesmo tempo, ressaltou que Gleisi traz um histórico de forte atuação política e que sua nomeação reforça o compromisso do governo em manter um canal direto de negociação com parlamentares.

A nomeação também foi bem recebida por lideranças do Congresso. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), demonstraram apoio à escolha, ressaltando o bom trânsito da deputada entre as bancadas. “Sempre tive uma boa relação com Gleisi no Parlamento e desejo êxito na nova função”, afirmou Motta.

Com a proximidade das eleições de 2026, a expectativa é que Gleisi Hoffmann atue para consolidar o apoio político ao governo, reforçando a base governista no Congresso e ampliando as alianças para a sucessão presidencial.


Por: Genivaldo Coimbra
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

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