Israel diz ter atrasado programa nuclear iraniano e mata comandante ligado ao Hamas

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Bombardeios em território iraniano intensificam confronto, e ONU alerta para risco de escalada descontrolada no Oriente Médio

Israel afirmou neste sábado (data local) que conseguiu atrasar em dois ou três anos o programa nuclear do Irã após realizar uma ampla campanha de ataques aéreos. A ofensiva teve como objetivo impedir que Teerã avance no desenvolvimento de armas nucleares, algo que o governo iraniano nega estar buscando.

Em resposta, o Irã lançou diversos ataques com drones e mísseis contra o território israelense, ampliando o nível de tensão entre os dois países, que já vivem uma relação historicamente hostil.

Durante a ofensiva, Israel também anunciou a morte de Saeed Izadi, comandante iraniano responsável pela interlocução militar com o Hamas. Segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF), Izadi foi eliminado em um bombardeio na cidade de Qom, ao sul da capital Teerã.

“Os caças israelenses atingiram e eliminaram o comandante do corpo das Forças Quds palestinas e principal coordenador entre o regime iraniano e a organização terrorista Hamas, Saeed Izadi”, informou o exército israelense em nota oficial.

Enquanto os ataques continuavam, o Conselho de Segurança da ONU se reuniu nesta sexta-feira (data local) em Nova York para debater a gravidade da crise. O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um alerta contundente sobre o risco de uma escalada incontrolável no Oriente Médio.

“Não estamos caminhando lentamente em direção a uma crise, estamos correndo em direção a ela”, afirmou Guterres, pedindo que tanto Israel quanto o Irã ajam com máxima contenção para evitar uma guerra de grandes proporçõ

Mísseis iranianos são lançados contra Israel em retaliação por ataques

Mísseis iranianos são lançados contra Israel em retaliação por ataques
Foto: Wisam Hashlamoun/Anadolu via Getty Images / Wisam Hashlamoun/Anadolu via


O conflito entre Israel e Irã chegou ao nono dia sem qualquer sinal de trégua ou cessar-fogo. A escalada é considerada uma das mais graves da já tensa relação entre os dois países, com ataques aéreos, bombardeios a alvos estratégicos e constantes ameaças de retaliação de ambos os lados.

Segundo balanços oficiais, mais de 240 pessoas morreram desde o início dos confrontos na última sexta-feira (13). No entanto, instituições independentes afirmam que o número real de vítimas pode ser ainda maior, aumentando a preocupação da comunidade internacional.

O principal foco da disputa é o programa nuclear do Irã, que Israel considera uma ameaça direta à sua segurança. O aumento das hostilidades já gera alertas sobre o risco de uma guerra em larga escala no Oriente Médio, com potencial impacto global.


Por: Genivaldo Coimbra

,Foto: Reprodução / Jornal Nacional

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