Ex-presidente passou por procedimento no último domingo e seguirá com acompanhamento médico periódico
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve duas lesões identificadas como carcinoma de células escamosas, tipo de câncer de pele, de acordo com o médico Claudio Birolini, chefe da equipe que acompanha o político. Segundo Birolini, o tumor não é dos mais agressivos, mas ainda assim requer atenção médica. As lesões estavam localizadas no tórax e em um dos braços, e foram detectadas precocemente, o que favorece o tratamento e o acompanhamento periódico.
Bolsonaro passou por procedimento médico no Hospital DF Star, em Brasília, no último domingo (14), quando foram removidas oito lesões da pele. O médico destacou que não houve penetração do câncer em camadas mais profundas, o que dispensa o uso de quimioterapia ou radioterapia. O foco agora será a avaliação periódica da pele, para detectar possíveis novas lesões ou alterações.
O diagnóstico foi definido como carcinoma de células escamosas “in situ”, estágio inicial do câncer de pele. Este tipo de tumor se desenvolve em áreas expostas ao sol e é mais comum em homens idosos. Surge devido a danos ao DNA causados pela radiação ultravioleta e pode evoluir caso não seja acompanhado adequadamente, embora neste caso as lesões já tenham sido removidas com sucesso.
O médico reforçou que Bolsonaro precisará de monitoramento contínuo, com consultas regulares para observar cicatrizações e prevenir o surgimento de novas lesões. O tratamento precoce e a atenção à exposição solar são fundamentais para reduzir riscos futuros, destacando a importância da prevenção no cuidado com a pele.
Por: Bruno José
Foto: Beto Barata PL