Movida por ambição e cumplicidade com Ferette, a vilã troca remédios e força Josefa a tomá-los em cena tensa
O folhetim “Três Graças” entrega uma sequência pesada: Arminda, a personagem de Grazi Massafera, decide dar um passo extremo para garantir seus objetivos — ela arma para que sua mãe, Josefa (Artele Salles), tome remédios adulterados e morra.
Ferette (Murilo Benício) entra como mentor do plano: rápido no crime, ele envia os comprimidos falsos e recebe a notícia com satisfação. Ao telefone, Arminda comenta: “Os remédios da minha mãe já estão aqui comigo. Você é mesmo rápido no gatilho, hein?” A resposta cortante vem em seguida: “É isso mesmo, Arminda, sou curto e grosso. O que prometo eu cumpro. Agora trate de fazer a sua parte. (…) Ajude a senhora sua mãe a tocar pra subir, já passou da hora dela fazer a passagem. Dona Josefa viveu e viu mais do que devia, portanto…”
Determinada, Arminda garante: “Hoje à noite eu cuidarei disso”. A sequência que se segue é dolorosa: ela substitui os frascos, espera a mãe no sofá e, com um sorriso frio, diz: “Hora de tomar seus remédios, mamãezinha querida” e acrescenta, ameaçadora: “E hoje sou em quem vai lhe dar um por um… Pessoalmente!” Josefa rejeita a ordem — “Não quero…” — mas é pressionada: “Engula!”.
A cena explora a face mais cruel da vilã e deve provocar forte impacto emocional no público, além de desencadear consequências dramáticas para os personagens ligados à família. É mais um momento em que a novela investe na tensão moral e no choque entre laços de sangue e ambição desmedida.
Por: Redação
Foto: Reprodução/TV Globo