Ex-presidente permanece internado no hospital DF Star, em Brasília, e segue sob tratamento intensivo com antibióticos
A equipe médica responsável pelo tratamento do ex-presidente Jair Bolsonaro informou nesta sexta-feira (13) que, apesar das medidas adotadas para estabilizar o quadro clínico, o risco de vida ainda não foi totalmente descartado.
Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, após apresentar sintomas como vômitos e calafrios durante a madrugada. Após exames clínicos, os médicos diagnosticaram um quadro de Broncopneumonia bacteriana bilateral.
Quadro exige atenção médica contínua
Segundo os profissionais que acompanham o caso, a rápida intervenção médica contribuiu para reduzir parte dos riscos imediatos. Ainda assim, a evolução do quadro exige monitoramento constante.
Durante coletiva, os médicos destacaram que não é possível prever com precisão quanto tempo durará a recuperação do ex-presidente, já que a evolução dependerá da resposta do organismo ao tratamento.
“Como as comorbidades que ele tem também são fatores agravantes… O fato de o tratamento ter sido rápido vai amenizando isso também, mas nós não temos ainda um prazo determinado. O antibiótico que ele está recebendo, ele vai de 7 a 14 dias, vai depender da evolução”, explicou.
Recuperação pode ser mais lenta
Os médicos também ressaltaram que o caso apresenta maior complexidade em comparação com quadros comuns de pneumonia, o que pode prolongar o período de recuperação.
“Numa pneumonia mais simples, o paciente recebe, muitas vezes, só o antibiótico em casa, às vezes interna, recebe dois ou três dias de antibiótico na veia e vai para casa. No caso dele [Bolsonaro] não. No caso dele, frente à gravidade, a gente espera uma evolução um pouco mais lenta e vai sendo dia a dia”, acrescentou.
Tratamento segue em observação
De acordo com a equipe médica, Bolsonaro permanece hospitalizado e recebe antibióticos intravenosos, além de acompanhamento contínuo para avaliar a evolução da infecção pulmonar.
A broncopneumonia bacteriana é uma inflamação que afeta diferentes áreas dos pulmões e pode apresentar maior gravidade em pacientes com comorbidades ou condições de saúde pré-existentes.
O quadro do ex-presidente segue sendo monitorado pelas equipes médicas do hospital em Brasília.
Por: Redação|PD