Executiva assume estratégia regulatória, diálogo com governos e a gestão de temas sensíveis da companhia na região
A BAT (British American Tobacco) anunciou, na 5ª feira (9.abr.2026), Suelma Rosa como a nova vice-presidente de Assuntos Corporativos e Regulatórios para a sua operação na América do Sul. A executiva assume o cargo oficialmente neste mês de abril, integrando o comitê de liderança regional em um momento relevante de evolução do negócio e do setor.
Na nova posição, Suelma será responsável pela estratégia regulatória, engajamento com governos e stakeholders, comunicação, reputação corporativa e gestão de temas sensíveis. A chegada da executiva ocorre no momento em que a multinacional avança na construção de um modelo de negócio mais diversificado, focado na expansão para novas categorias e na crescente demanda por maior diálogo com a sociedade.
Sobre o novo desafio, a vice-presidente destacou a importância da transparência. “Não há transformação real sem diálogo, especialmente nos temas mais complexos”, afirmou. “A evolução da BAT passa por inovação e novas categorias, mas também pela capacidade de construir confiança. Meu compromisso é contribuir para fortalecer essa agenda, ampliando a escuta e a qualidade da informação à sociedade”, acrescentou.
TRAJETÓRIA E FORMAÇÃO
Suelma possui mais de 20 anos de experiência e esteve à frente de agendas em mercados da América Latina, Europa, Ásia e África. Formada em relações internacionais pela UnB (Universidade de Brasília), a executiva possui MBA pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e doutorado em Ciências Políticas pela Universidade de Sorbonne, na França.
A executiva começou a sua carreira como coordenadora de relações externas na Vale. Antes de ingressar na British American Tobacco, ela ocupou a vice-presidência de Assuntos Corporativos da PepsiCo para a América Latina e o México.
O movimento atual marca o retorno de Suelma ao Brasil. A sua trajetória profissional inclui ainda passagens por posições de liderança em empresas como Unilever e Dow, além de atuação em organizações globais como o UNOPS (Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos) e a The Nature Conservancy.