Bilheteria do último filme biográfico sobre Bolsonaro representa 33% do valor investido por Vorcaro em “Dark Horse”

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Financiamento bilionário para cinebiografia de Bolsonaro

A produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, recebeu um aporte de R$ 61 milhões do empresário Daniel Vorcaro. Esse valor é impressionante, representando o triplo do que arrecadaram nos Estados Unidos as últimas obras protagonizadas pelo ator Jim Caviezel e dirigidas por Cyrus Nowrasteh, envolvidos no projeto.

Contraste com bilheterias anteriores da dupla

O último filme da parceria, “Sequestro Internacional” (2020), faturou pouco mais de R$ 20 milhões em território americano. Apesar disso, o orçamento exato da produção não foi divulgado. Em comparação, “Dark Horse” recebeu um investimento significativamente maior que sua arrecadação anterior, gerando questionamentos sobre a viabilidade econômica do projeto.

Envolvimento de Flávio Bolsonaro nas negociações

Mensagens e um áudio revelados pelo site Intercept Brasil indicam que Flávio Bolsonaro, senador e filho do ex-presidente, desempenhou papel ativo na pressão para os pagamentos feitos por Vorcaro à produção do filme. As negociações aconteceram diretamente com o banqueiro, que está preso sob acusação de liderar um esquema de fraudes bilionárias.

Contexto das acusações contra Daniel Vorcaro

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, enfrenta investigações por envolvimento em um esquema financeiro ilícito avaliado pela Polícia Federal em R$ 12 bilhões. O valor destinado à cinebiografia foi transferido para um fundo nos Estados Unidos ligado a aliados da família Bolsonaro, intensificando o contexto político e jurídico que envolve o financiamento do filme.

Resposta oficial de Flávio Bolsonaro

Questionado sobre o caso, Flávio Bolsonaro afirmou tratar-se de “dinheiro privado” e negou quaisquer irregularidades nas transações. Em vídeo divulgado, ele ressaltou a inexistência de “relações espúrias” com Vorcaro e defendeu a realização de uma CPI para investigar o Banco Master, tentando afastar suspeitas sobre sua conduta nas negociações.

Trajetória da dupla Caviezel e Nowrasteh no cinema

Além de “Sequestro Internacional”, a parceria entre Caviezel e Nowrasteh inclui títulos variados em arrecadação: “Som da Liberdade” (2023) faturou R$ 1,2 bilhão globalmente, enquanto “O Tesouro de Sarah” (2025) somou R$ 58 milhões e “O Apedrejamento de Soraya M.” (2008) teve bilheteria inferior a R$ 6 milhões. O investimento em “Dark Horse” sobrepõe-se ao histórico financeiro dos trabalhos anteriores, evidenciando a escala e importância atribuída ao filme nesse momento.

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