Protestos Pró-Palestinos nas Universidades dos EUA elevam tensões e desafiam reeleição de Biden

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Por: Camila Morais

Foto: Reprodução/Getty Images/Kevin Dietsch


Líder dos EUA sob críticas bipartidárias por política em relação a Israel em ano de eleições presidenciais

Em campi por todo o país, surgem apelos para que as universidades cessem suas relações comerciais com empresas associadas a Israel, que, por sua vez, são vistas como apoiadoras do conflito. A tensão entre os eleitores está em ascensão.

O Partido Democrata permanece dividido desde o final do ano passado, em meio ao apoio do Presidente a Israel e ao aumento das manifestações contrárias à guerra.

No entanto, a equipe de Biden rejeita a ideia de que tais protestos possam influenciar negativamente sua reeleição em novembro, citando o baixo número de manifestantes em comparação com os 41 milhões de eleitores da Geração Z aptos a votar em 2024.

Apesar das críticas, o ponto focal para os estudantes é o posicionamento do Presidente em relação aos protestos. “A Casa Branca está censurando os estudantes que protestam, mas permanece em silêncio sobre aqueles que os atacam”, ressaltou uma ativista.

Os partidos têm criticado a postura de Biden diante dos protestos nas universidades, que vêm ocorrendo desde 18 de abril. Em uma de suas poucas declarações sobre o assunto, o Presidente condenou os protestos antissemitas e também aqueles que não compreendem a situação dos palestinos.

Enquanto isso, Trump, concorrente à presidência pelo Partido Republicano, elogiou a ação policial que desocupou um prédio da Universidade de Columbia ocupado por estudantes pró-palestinos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela campanha de Biden, a maioria dos eleitores de 2024 baseará sua decisão de voto em questões econômicas, diminuindo a relevância do conflito em Gaza.

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