Ibama confirma vazamento químico no Rio Tocantins após desabamento de ponte

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Ibama identifica fissuras em tanque de caminhão e monitora impacto ambiental no local

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) confirmou, nesta segunda-feira (6), que o tanque de um caminhão carregado com 23 mil litros de ácido sulfúrico apresentou vazamento após o veículo afundar no Rio Tocantins. O acidente ocorreu durante o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que conectava Maranhão e Tocantins pela BR-226.

Mergulhadores constataram fissuras no tanque do caminhão, pertencente à empresa Pira-Química, reforçando a preocupação com possíveis impactos ambientais. Apesar disso, análises realizadas até o momento apontam que a qualidade da água segue dentro dos padrões normais para rios de água doce, e não foram detectados prejuízos à fauna local.

O monitoramento ambiental está sendo realizado por equipes da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão, com suporte do Centro Nacional de Emergências Ambientais. Relatórios detalhados sobre o incidente estão previstos para os próximos dias.

Outras Cargas no Rio
Além do caminhão da Pira-Química, outros dois veículos transportando produtos perigosos também foram atingidos pelo desabamento. Um dos caminhões, carregado com 40 mil litros de ácido sulfúrico, teve seu tanque avaliado como intacto. Já o terceiro transportava bombonas de agrotóxicos, que serão analisadas por mergulhadores contratados pela empresa responsável.

O Ibama e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) exigiram a apresentação de planos de emergência por parte das empresas envolvidas, incluindo estratégias para a retirada segura dos caminhões submersos.

Consequências do Desabamento
A ponte desabou em 22 de dezembro de 2024, interrompendo o tráfego na região e deixando três vítimas desaparecidas, cujas buscas continuam. O trânsito entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA) está sendo feito por rotas alternativas. O DNIT também planeja implementar balsas para travessia temporária de veículos leves e ambulâncias, sem custos para os usuários.


Por: Redação
Foto: Reprodução/ Carlos Brandão/X

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