Foto Destaque: Reprodução/Agência Brasil
O Banco Central já colocou em prática algumas regras do Pix para combater fraudes, tornando obrigatórias medidas de segurança em instituições como Caixa, Itaú e Nubank. A mudança, baseada na Instrução Normativa BCB nº 491/2024, afeta diretamente quem troca de smartphone ou realiza transações noturnas.
Dessa forma, quando uma pessoa compra um novo aparelho, ele deve realizar uma validação biométrica facial. Em alguns casos, o usuário pode precisar esperar por 24 horas para que possa utilizar todas as funcionalidades. Assim, sem essa autenticação o limite diário de transferência cai para mil reais, tendo teto de R$ 200 a cada transação.
Em outro ponto discutido, que tem a ver com o “Bloqueio Cautelar”, movimentações atípicas podem ter os recursos retidos por até 72 horas para análise de comportamento suspeito. Ainda mais, o limite noturno, entre 20h e 6h, segue restrito a R$ 1 mil para pessoas físicas, exigindo aprovação prévia de até 48 horas caso o cliente deseje aumentar esse teto via aplicativo.
Vale destacar que desde 2025 os bancos também intensificaram o compartilhamento de dados para identificar “contas laranjas”, bloqueando preventivamente novas aberturas. Embora as normas possam causar lentidão em transferências urgentes, o Banco Central reitera que o rigor é indispensável para garantir a integridade do sistema financeiro e proteger os brasileiros contra golpes.