Uma nova pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Gerp reforça o favoritismo do vice-governador Daniel Vilela na disputa pelo Governo de Goiás nas eleições de 2026. O levantamento indica que o emedebista aparece isolado na liderança em todos os cenários estimulados de primeiro turno, abrindo vantagem superior a 20 pontos percentuais sobre os principais concorrentes.
Nos cenários apresentados aos eleitores, Vilela oscila entre 42% e 45% das intenções de voto. Em uma das simulações, ele surge à frente de Marconi Perillo, que marca 18%, seguido por Wilder Morais com 15% e Adriana Accorsi com 11%. Em outros cenários, a vantagem se mantém estável, consolidando um quadro considerado confortável para o vice-governador já na largada da corrida eleitoral.
O estudo também avaliou projeções de segundo turno. Nesses confrontos diretos, Daniel Vilela venceria todos os adversários testados com ampla margem. Contra Adriana Accorsi, por exemplo, ele alcança 68% das intenções. Em disputas contra Marconi Perillo e Wilder Morais, os percentuais também superam a casa dos 60%, evidenciando forte potencial de consolidação do voto.
Outro dado que chama atenção é o índice de rejeição. Enquanto adversários registram taxas mais elevadas — como Accorsi, com 39%, e Perillo, com 31% — Daniel Vilela aparece com apenas 5%, a menor rejeição entre todos os nomes avaliados. O indicador é visto como estratégico, pois demonstra espaço para crescimento e menor resistência do eleitorado.
A pesquisa ouviu 1.206 eleitores entre os dias 6 e 10 de abril, com margem de erro de 2,88 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), garantindo transparência e regularidade metodológica.
Os números indicam um cenário inicial favorável ao vice-governador, que alia alta intenção de voto, baixa rejeição e vantagem consistente em diferentes simulações. O quadro sugere que, caso a tendência se mantenha, a disputa pelo Palácio das Esmeraldas pode caminhar para uma definição já no primeiro turno.
Por: Bruno José