Ex-presidente da Goinfra é preso por suspeitas de irregularidades em contrato milionário

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ucas Vissotto é acusado de desvios que causaram prejuízo de R$ 10,4 milhões aos cofres públicos. Operação cumpre 114 mandados em Goiás e DF.

O ex-presidente da Goinfra, Lucas Vissotto, foi preso nesta terça-feira (28) durante uma operação que investiga irregularidades em um contrato de R$ 27 milhões destinado à reforma de prédios públicos em Goiás. De acordo com a Polícia Civil, as fraudes incluem pagamentos indevidos, superfaturamento e demolições injustificadas, gerando um prejuízo estimado de R$ 10,4 milhões aos cofres públicos.

O contrato previa obras em 26 prédios públicos, como postos da Polícia Militar Rodoviária Estadual e instalações no Palácio Pedro Ludovico Teixeira. Durante a execução, o escopo foi alterado para construção predial, aumentando os indícios de superfaturamento e uso de notas fiscais fraudulentas.

A operação, que mobiliza 114 mandados judiciais, ocorre em Goiânia, Anápolis e no Distrito Federal. Entre as medidas estão:

32 mandados de quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático;

26 mandados de bloqueio de bens e valores;

7 proibições de frequência a locais específicos, como a sede da Goinfra;

10 suspensões de contratos com o poder público para empresas envolvidas;

24 mandados de busca e apreensão;

15 mandados de prisão temporária.

As investigações foram iniciadas após inspeções técnicas da Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) e relatórios da Controladoria Geral do Estado (CGE). Os suspeitos poderão responder por crimes como associação criminosa, peculato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e fraudes em licitação.

Nota do Governo de Goiás

Em nota, o Governo de Goiás afirmou que as suspeitas foram levantadas internamente e garantiu que não tolerará qualquer desvio de conduta. A gestão atual reforçou seu compromisso com a transparência, declarando que não há espaço para “segunda chance”.

A operação continua em andamento, e a Polícia Civil ainda trabalha na análise de documentos e apreensões realizadas nos locais investigados.


Por: Manoel Messias
Foto: Denise Xavier/ALEGO

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